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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

[Opinião +D] Cada voto num movimento independente (genuíno) será uma vitória da Democracia, um voto tirado aos partidos da Situação.

Cada voto num movimento independente (genuíno) será uma vitória da Democracia, um voto tirado aos partidos da Situação.

Não duvido que existem nos partidos da Situação (PS, PSD e PP) muita gente honesta e trabalhadora, mas foi neste círculo fechado de partidocratas que se instalou a "mão invisível" que hoje governa efetivamente Portugal a partir do norte da Europa e dos Grandes Interesses financeiros.

Os cidadãos têm hoje o dever de resgatarem os seus destinos das mãos desses Interesses que os sequestraram e que conduzem hoje a Democracia para um estado onde esta é pouco mais que aparente e cada vez mais semelhante a uma "ditadura suave" (isto é, uma ditadura que usa a força apenas subrepticiamente e que recorre a uma aparência de legalidade para se mascarar).

Votemos Livre, votemos Consciente, votemos Diferente e Independente, votemos
MaisSantarem (Santarém)
MaisPenha (Lisboa)
MaisEstrela (Lisboa)




Rui Martins (membro da Coordenação Nacional do +D)

Os textos de opinião aqui publicados, se bem que da autoria de membros dos órgãos do +D, traduzem somente as posições pessoais de quem os assina.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

[Opinião +D] MaisSantarém

Recentemente, estive no jantar de apresentação de candidatos à união de freguesias de Santarém, câmara municipal e assembleia municipal. A perceção da força, organização e motivação da equipa autárquica do MaisDemocracia em Santarém não poderia ser melhor e esse foi o sentimento geral criado entre a equipa MaisLisboa que esteve presente no evento.

A proposta realmente independente, apartidária e livre que o MaisDemocracia apresenta em Santarém terá que enfrentar os gigantescos meios financeiros que os partidos comprometeram já neste combate autárquico, um silêncio cúmplice por parte dos Media nacionais e de quase todos os Media locais, assim como a densa rede de interesses e cumplicidades económicas diversas.

As dificuldades serão tremendas, mas a capacidade organizativa, a capacidade de realização e o carisma local do candidato à câmara municipal não cessam de me espantar, assim como o engenho, o empenho e a imaginação da sua direção de campanha. Entre todos, pares entre iguais e não como manada acéfala de seguidores bovinos e obedientes está uma numerosa equipa de candidatos, plenos de vontade de mudança, capacitados, credíveis, independentes e competentes.

MaisSantarém é uma verdadeira MaisCandidatura: Os candidatos da partidocracia e do tripartido PS-PSD-PP que se cuidem! Porque apesar de todo o dinheiro, recursos e Medias que têm ao seu lado, a capacidade desta equipa é tremenda e a vitória do MaisDemocracia neste importante concelho de Portugal uma possibilidade bem real e concreta!




Rui Martins (membro da Coordenação Nacional do +D)

Os textos de opinião aqui publicados, se bem que da autoria de membros dos órgãos do +D, traduzem somente as posições pessoais de quem os assina.


domingo, 11 de agosto de 2013

[Opinião +D] À mulher de César

No sorteio para determinar a ordem dos candidatos no boletim de voto, não há uma tômbola transparente onde as bolas numeradas saltam ao rodar, acrescentando espetáculo à cerimónia, como acontece nos bingos e nos sorteios da Santa Casa. Nem ilusões de transparência. Ali na sala de audiências, o ato é sóbrio e leve. A assistência retira, duma antiga taça de folha que se adivinha com muito uso, as bolas previamente numeradas em que cada número corresponde à ordem pela qual as candidaturas deram entrada na secretaria do tribunal. Simples, claro, a tempo e horas, presidido e esclarecido de modo a que o cidadão mais a leste das andanças político-jurídicas entenda o que se faz e onde se chega. É uma exceção ao funcionamento habitual das máquinas da justiça e da política. Mas é simbólico. Esta simplicidade e transparência bem que poderia ser exemplar e contagiante até onde fizer sentido usar. Se quisessem, claro!

 

Maria Leonor Vieira (Membro da Coordenação Nacional +D)
Os textos de opinião aqui publicados, se bem que da autoria de membros dos órgãos do +D, traduzem somente as posições pessoais de quem os assina.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

[Comunicado MaisDemocracia]

A Associação Mais Democracia (www.MaisDemocracia.org), que incorpora na sua “Carta Fundadora”) a promoção da Democracia Participativa, elegeu as eleições autárquicas como um dos seus objetivos para este ano.
Neste sentido, lançámos várias candidaturas autárquicas em várias câmaras, assembleias municipais e juntas de freguesia um pouco por todo o país. Condicionalismos de vária ordem, desde o pouco tempo que tivemos para conseguirmos as assinaturas necessárias (a Associação Mais Democracia foi formalizada apenas no início deste ano) até à falta de recursos financeiros, passando pelo sistemático silenciamento mediático, impediram, porém, que conseguíssemos cumprir plenamente a nossa aposta.
Apesar de todas essas dificuldades, conseguimos promover uma candidatura que muito nos honra à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Freguesia de Santarém, encabeçada por Francisco Mendes, Presidente da Coordenação Nacional da nossa Associação, para além de outras, como em Lisboa, onde iremos concorrer a duas freguesias (Penha de França e Estrela), que juntas, agregam mais de 45 mil eleitores. Isto para além de muitas outras candidaturas que, de forma expressa ou tácita, se inspiraram no nosso exemplo.
Independentemente dos resultados que venhamos a obter, estamos já a pensar no futuro. Pretendemos, em parceria com outros movimentos cívicos, promover uma plataforma que, já nas próximas eleições europeias e legislativas, se possa assumir como uma real alternativa às esgotadas candidaturas partidárias que cada vez menos representam o povo português.
É preciso algo de novo. A Associação Mais Democracia dará a cara por essa alternativa.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

[Opinião +D] A contas com candidatura

Recentemente, presenciei uma sessão destinada a esclarecer sobre as contas das candidaturas às próximas eleições Autárquicas. Em teoria, estas sessões são essenciais a qualquer candidatura pela oportunidade de tirar dúvidas junto da fonte. Na prática, acontecem também mais coisas como sentirmos que os nossos receios sobre aquilo que nos parecia uma aberração legislada têm toda a razão de ser! Refiro-me à obrigatoriedade imposta a candidaturas que a lei não deixa, sequer, aceder a dinheiros públicos, serem forçadas a prestar contas como se pudessem receber subvenções, em igualdade de dever com os partidos. Na vida pública, se não fossem as campanhas eleitorais proporcionarem aos partidos a oportunidade de terem fatia do Orçamento do Estado para alimentar a existência entre campanhas, alguns deles nem sequer se candidatariam! Prestar contas é demonstrar os meios usados ou a usar, em determinada ação. Exigir a prestação de contas faz sentido quando se proporciona esses meios a outrem. Mas que sentido faz exigir a prestação de contas aos que usam apenas o pouco que é seu? Que democracia é esta que vem escrutinar os nossos recursos e meios? Nesse ato, deixam de ser nossos e passam a ser de quem escrutina! O princípio da transparência não pede isso! Como se uma desbaratização obrigasse todos a usar bata asséptica! Se há dúvidas sobre a origem dos recursos, investiguem-se essas origens e onere-se quem a elas recorre. Agora um grupo de vizinhos, apoiado por mais vizinhos resolve candidatar-se a tomar conta dos destinos da sua freguesia e tem de prestar contas de quê? Contrariamente ao que seria de esperar numa democracia que se diz tendencialmente participativa, o Estado nem sequer apoia estes vizinhos, nem lhe reconhece a mais legítima forma de exercer a res-publicae! Pelo contrário, embarga-os quando os onera com exigências de trabalhos que num partido político já estão assegurados pela máquina partidária e pela garantia da subvenção do Orçamento Geral do Estado! A máquina encurrala os movimentos independentes de cidadania para o beco da formação partidária. O desiderato destes movimentos, é permitir a participação política a todos os atores da sociedade civil. O tempo que a sociedade civil e estes movimentos tiverem de condicionar a sua ação pelo calvário burocrático, é a medida provada e demonstradora do quão longe a democracia está da prática política!

 

Maria Leonor Vieira (Membro da Coordenação Nacional +D)
Os textos de opinião aqui publicados, se bem que da autoria de membros dos órgãos do +D, traduzem somente as posições pessoais de quem os assina.